Nosso Blog

Aqui estão alguns conteúdos do Nosso Blog

Contabilidade

CNAE para Gestor de Tráfego: O Guia Oficial para Legalizar sua Agência

  Descubra o CNAE para gestor de tráfego atualizado. Saiba por que o código 6319-4/00 é o oficial, os riscos do MEI e como a Ungest garante o imposto de 6%. O mercado de anúncios online não permite amadorismo. Assim como você testa públicos e criativos para achar a melhor conversão, a escolha do seu CNAE para gestor de tráfego precisa ser otimizada para evitar que o seu lucro seja “comido” por impostos desnecessários ou multas da Receita Federal. Antigamente, por falta de opção específica, muitos profissionais utilizavam o CNAE de “Agência de Publicidade”. No entanto, a Receita Federal e o IBGE pacificaram o entendimento. Hoje, existe um código que descreve exatamente a sua função técnica de análise e medição de dados. Neste guia completo da Ungest, vamos detalhar quais códigos você deve usar, por que o MEI é um perigo real para a sua carreira e como nossa contabilidade especializada em Salvador ajuda gestores de todo o Brasil a escalarem com segurança jurídica. Qual o CNAE Principal para Gestor de Tráfego? A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é o que define o quanto você paga de imposto. Para quem vive de gerenciar campanhas no Google, Meta, TikTok e LinkedIn, o código oficial é: 6319-4/00 – Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet. Diferente do marketing tradicional, este CNAE abrange especificamente os serviços de gestão e medição de tráfego digital na internet. Ao utilizar este código, você deixa claro para o fisco que seu trabalho é técnico e baseado em dados, o que abre as portas para o planejamento tributário. CNAEs Secundários Estratégicos Para uma agência completa, a Ungest recomenda adicionar atividades secundárias que protejam toda a sua operação: 7311-4/00 (Agência de Publicidade): Se você também cria os artes e vídeos (criativos). 7319-0/03 (Marketing Direto): Útil para quem atua com lançamentos e infoprodutos. 7490-1/04 (Intermediação de Negócios): Essencial para quem atua como afiliado ou em modelos de co-produção. Gestor de Tráfego pode ser MEI? (A Verdade Nua e Crua) Muitos “gurus” da internet sugerem começar como MEI usando o CNAE de “Promotor de Vendas”. Isso é um risco desnecessário. Atividade Intelectual: O IBGE classifica a gestão de tráfego como uma atividade técnica/intelectual, o que a proíbe de estar no MEI. Desenquadramento Retroativo: Se a Receita Federal identificar que você presta serviços de tráfego sob um MEI irregular, ela pode cobrar todos os impostos devidos desde o dia em que você abriu a empresa, com juros e multas de até 75%. Limite de Faturamento: O teto do MEI é muito baixo para quem escala no tráfego pago. Um único contrato de sucesso pode te tirar do limite e gerar um caos contábil. Na Ungest, fazemos a migração segura de MEI para ME (Microempresa), garantindo que você possa emitir notas de qualquer valor sem medo. Riscos de operar com o CNAE Incorreto Além do risco financeiro, operar com o CNAE errado prejudica o seu posicionamento de mercado: Problemas com Notas Fiscais: Se o código na nota não bate com o serviço, o cliente (especialmente grandes empresas) pode recusar o pagamento por medo de problemas com o fisco. Sonegação Involuntária: Emitir nota de “serviços administrativos” para esconder “gestão de tráfego” é considerado fraude fiscal. Dificuldade de Crédito: Bancos analisam o CNAE para liberar linhas de crédito. Atividades de tecnologia (como o 6319-4/00) são muito mais bem vistas que atividades genéricas. Como abrir seu CNPJ de Gestor de Tráfego com a Ungest? O processo é simples e 100% digital. Você foca nas campanhas, nós cuidamos da burocracia. Os documentos necessários são: RG e CPF (ou CNH); Comprovante de endereço; IPTU do local (ou você pode usar Sede Virtual);   Por que escolher a Ungest em vez de uma contabilidade comum? Diferente das contabilidades tradicionais a Ungest nasceu no digital. Nós sabemos o que é um lançamento, como funciona o checkout da Hotmart e a importância de separar a verba de anúncio (Ad Spend) do seu honorário para evitar a bitributação. Conclusão: O próximo nível da sua Agência começa agora Escolher o CNAE para gestor de tráfego correto não é apenas sobre “pagar imposto”, é sobre construir um negócio escalável e seguro. Não deixe sua operação nas mãos do acaso ou de “jeitinhos” que podem custar o seu patrimônio. Seja você um gestor freelancer ou dono de uma agência de performance, a Ungest tem o plano ideal para você pagar o mínimo de imposto dentro da legalidade. Pronto para legalizar sua agência com quem entende de Tráfego Pago? Clique no botão abaixo e fale agora com um consultor especializado da Ungest. Vamos fazer o seu diagnóstico tributário gratuito e mostrar o caminho para os 6% de imposto. [Falar com Especialista da Ungest agora!]  

Leia mais »
Contabilidade

Contabilidade para Co-produção: Como Evitar a Bitributação em Lançamentos

  Saiba como funciona a contabilidade para co-produção. Aprenda a emitir notas fiscais em lançamentos, dividir impostos com o expert e lucrar mais com a Ungest. Se você é dono de uma agência de lançamentos ou um expert que vende infoprodutos, sabe que o dia do “carrinho aberto” é uma montanha-russa de emoções. Mas, passada a euforia das vendas, surge o pesadelo burocrático: como dividir os impostos de forma justa sem pagar em dobro sobre o mesmo faturamento? A contabilidade para co-produção é o calcanhar de Aquiles de muitos lançadores. Sem uma estrutura correta, a Receita Federal pode entender que todo o dinheiro que entra na plataforma (Hotmart, Kiwify, Eduzz) pertence apenas a uma das partes, gerando uma tributação astronômica e desnecessária. Neste artigo, a Ungest revela como configurar sua operação para pagar imposto apenas sobre a sua parte do lucro, as cláusulas essenciais do contrato de co-produção e como nossa contabilidade em Salvador protege o caixa do seu lançamento. O que é Co-produção e o Risco da Bitributação? Na co-produção, o Expert (detentor do conhecimento) e a Agência (estategista de lançamento) unem forças para vender um infoproduto. As plataformas de vendas facilitam o “split de pagamento”, enviando a comissão de cada um diretamente para suas contas bancárias. No entanto, o split financeiro não é split fiscal. Muitos empreendedores acreditam que, se a plataforma já dividiu o dinheiro, o imposto também já está resolvido. Errado. Se você não tiver uma contabilidade especializada, corre o risco de: Expert pagar imposto sobre 100% da venda, mesmo recebendo apenas 50%. Agência pagar imposto sobre o valor bruto, para depois repassar ao expert (bitributação). Cair na malha fina por divergência entre o que foi vendido na plataforma e o que foi declarado em nota fiscal. Como emitir Nota Fiscal em Lançamentos (O Modelo Correto) Para evitar pagar imposto indevido, a estratégia da Ungest baseia-se na emissão de notas fiscais proporcionais. Existem dois modelos principais aceitos pelos órgãos fiscalizadores: Parceria com Notas Fiscais Individuais Neste modelo, tanto o Expert quanto o Co-produtor emitem notas fiscais diretamente para o cliente final, cada um sobre a sua porcentagem da venda. Exemplo: Em um curso de R$1.000,00 com split de 50/50, o aluno recebe duas notas fiscais de R$500,00. Vantagem: É a forma mais segura de garantir que cada empresa pague imposto apenas sobre o que realmente recebeu. Contrato de Prestação de Serviço (Agência para Expert) Neste formato, o Expert emite nota de 100% para o aluno, e a Agência emite uma nota de prestação de serviços para o Expert. Desvantagem: O Expert acaba pagando imposto sobre o faturamento bruto, o que pode inviabilizar a margem de lucro em lançamentos de alto volume. O Contrato de Co-produção: Sua Blindagem Jurídica A contabilidade para co-produção não sobrevive sem um contrato bem redigido. Para o Google e para a Receita Federal, o que vale é o que está documentado. Um contrato robusto deve prever: Natureza da Parceria: Definir se é uma prestação de serviço ou uma parceria comercial. Responsabilidade Fiscal: Quem emite a nota para o aluno e como será feito o split. Divisão de Custos: Como serão abatidos os custos de tráfego pago (Ad Spend) e ferramentas antes da divisão dos lucros. Propriedade Intelectual: De quem é o curso caso a parceria acabe? A Ungest auxilia na análise desses pontos para garantir que a sua contabilidade esteja em perfeita harmonia com o seu jurídico. Diferenciais da Ungest para Lançadores e Experts Nós entendemos que o ritmo de um lançamento é frenético. Você não tem tempo para explicar ao seu contador o que é um “downsell” ou um “order bump”. Integração com Plataformas: Trabalhamos com ferramentas que automatizam a emissão de notas fiscais integradas à Hotmart, Eduzz, Kiwify e outras. Gestão de Nota Fiscal de Co-produção: Configuramos o sistema para que as notas saiam nos valores exatos do split, evitando erros manuais. Sede Virtual : Se sua agência é digital, você não precisa de um escritório físico caro. Use nossa sede virtual e reduza custos fixos. Planejamento Tributário Antecipado: Analisamos o seu teto de faturamento para que você não seja pego de surpresa mudando de faixa de imposto no meio do lançamento. Conclusão: Proteja seu Lançamento com a Ungest A co-produção é uma das formas mais rápidas de escalar no mercado digital, mas exige uma contabilidade para co-produção que seja cirúrgica. Pagar imposto sobre o faturamento bruto do seu parceiro é um erro que pode destruir sua margem líquida e inviabilizar o negócio. Se você quer segurança para escalar seus lançamentos para 6, 7 ou 8 dígitos, precisa de uma estrutura contábil que entenda de split, notas proporcionais. Vai lançar e quer evitar a bitributação? A Ungest é especialista em agências de lançamento e experts. Deixe a burocracia tributária conosco e foque em bater suas metas de vendas e leads. [Quero um diagnóstico gratuito para meu próximo lançamento com a Ungest!]

Leia mais »

Tributação no E-commerce: O Que Você Precisa Saber para Não Prejudicar sua Loja Virtual

A importância da tributação no e-commerce Muitos empreendedores digitais começam sua loja virtual acreditando que basta vender e entregar os produtos. Porém, ignorar a tributação no e-commerce pode trazer sérios problemas: multas, bloqueios fiscais e até inviabilizar o negócio. Saber quais impostos pagar, como calcular corretamente e qual regime tributário escolher é essencial para manter o crescimento saudável e lucrativo do seu negócio online. Quais são os principais impostos no e-commerce? No Brasil, quem vende pela internet está sujeito a diferentes tributos, que variam conforme o regime tributário da empresa. Os principais são: ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): incide sobre a venda de produtos. No e-commerce, costuma gerar dúvidas, principalmente em vendas interestaduais. PIS e COFINS: contribuições federais aplicadas sobre o faturamento. IRPJ e CSLL: impostos sobre o lucro da empresa, variando conforme o regime tributário escolhido. Regimes tributários mais comuns no e-commerce 1. MEI (Microempreendedor Individual) Indicado para quem está começando, mas limitado a R$ 81 mil de faturamento anual. Permite vender online, mas exige atenção, já que nem todos os marketplaces aceitam MEI como vendedor. 2. Simples Nacional O regime mais usado no e-commerce de pequeno e médio porte. Reúne diversos impostos em uma única guia (DAS), com alíquotas progressivas de acordo com o faturamento. 3. Lucro Presumido Recomendado para negócios maiores. O cálculo é feito com base em uma presunção de lucro, e a carga tributária pode ser vantajosa dependendo da margem da loja. 4. Lucro Real Exigido para empresas de grande porte, com faturamento anual acima de R$ 78 milhões. O imposto é calculado sobre o lucro real obtido. Dores comuns de quem ignora a tributação no e-commerce Surpresas com impostos retroativos. Margens corroídas, porque os tributos não foram considerados no preço do produto. Multas e autuações fiscais, por falta de emissão de notas fiscais. Dificuldade em crescer, pois a empresa fica irregular e sem acesso a crédito. Como organizar a tributação e evitar problemas Escolha o regime tributário certo com apoio de um contador especializado. Emita nota fiscal em todas as vendas, inclusive em marketplaces. Inclua os impostos no cálculo do preço de venda, evitando prejuízos. Use ferramentas de gestão fiscal que integrem vendas, estoque e emissão de notas. Revise periodicamente a tributação, já que o crescimento do e-commerce pode exigir mudanças de regime. Conclusão: Tributação é parte da estratégia Entender e organizar a tributação no e-commerce não é apenas uma obrigação legal, mas também um diferencial competitivo. Quem administra corretamente seus impostos consegue precificar melhor, evita riscos e cria condições para crescer de forma sustentável.  A UNGEST é especialista em e-commerces e pode ajudar você a estruturar sua contabilidade, reduzir a carga tributária de forma legal e garantir que seu negócio esteja sempre em dia com o fisco.

Leia mais »

Tributação e Impostos para Agências de Marketing: O que Você Precisa Saber

Por que tributação é um ponto crítico para agências Agências de marketing lidam com clientes, campanhas e projetos variados. Mas muitas vezes ignorarem a tributação correta, causando problemas futuros: multas, dívidas e risco de perder credibilidade. Entender quais impostos pagar, como e quando é essencial para manter a agência saudável e lucrativa. Principais tributos para agências de marketing 1. ISS (Imposto sobre Serviços) Cobrado pelos municípios, geralmente entre 2% e 5% sobre o faturamento dos serviços.  Aplicável a todos os serviços de marketing, publicidade, social media e gestão de tráfego.  2. IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) Pago por empresas conforme o regime tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.  No Simples, o imposto já está incluso na guia unificada, mas alíquotas variam conforme faturamento e anexo.  3. Contribuições federais (PIS e COFINS) Incidem sobre faturamento, dependendo do regime tributário escolhido.  No Simples Nacional, essas contribuições já são unificadas, mas no Lucro Presumido/Real são separadas.  4. Contribuição previdenciária (INSS) Para autônomos e sócios que recebem pró-labore, deve ser recolhida mensalmente.  Regimes tributários mais comuns para agências Regime Vantagens Pontos de atenção Simples Nacional Menos burocracia, guia única, alíquotas progressivas, opção de Anexo III (Fator R) Se não cumprir o Fator R (28% com folha de pagamento), pode cair no Anexo V com alíquotas maiores. Lucro Presumido Pode reduzir imposto se margem de lucro for alta Mais obrigações contábeis e cálculo detalhado necessário Lucro Real Ideal para agências grandes com alta complexidade Mais burocracia e necessidade de contabilidade sofisticada Erros comuns que prejudicam a agência Não pagar os impostos corretamente.  Ignorar a emissão de notas fiscais para clientes.  Não planejar pagamentos de impostos mensais.  Confundir finanças pessoais com da agência.  Ignorar o Fator R, aumentando a alíquota do Simples.  Dicas para otimizar a tributação Conte com um contador especializado em agências digitais.  Separe pró-labore e lucro de forma clara.  Planeje impostos no fluxo de caixa, evitando surpresas no final do mês.  Escolha o regime tributário adequado conforme faturamento e estrutura da agência.  Automatize emissão de notas fiscais e mantenha registros organizados.  Benefícios de entender tributação e impostos Evita multas e dívidas inesperadas.  Proporciona segurança para investir no crescimento da agência.  Ajuda a precificar serviços corretamente, garantindo lucro real.  Maior credibilidade perante clientes e parceiros.  Tributação não precisa ser um pesadelo. Com planejamento, conhecimento e apoio contábil especializado, sua agência pode crescer de forma sustentável, pagar impostos corretamente e manter lucro consistente. Quer organizar impostos, escolher o regime ideal e manter sua agência de marketing lucrativa? A UNGEST oferece suporte contábil estratégico e planejamento tributário para agências digitais.

Leia mais »

Separando Vida Pessoal e Vida Profissional: O Segredo para Freelancers Crescerem Sem Estresse

Por que separar vida pessoal e profissional é um desafio para freelancers Freelancers muitas vezes trabalham em casa, sem horário fixo, e acabam misturando despesas pessoais com as do negócio. Essa prática gera problemas como: dificuldade em saber o lucro real,  atrasos em pagamentos e impostos,  estresse por não ter controle financeiro,  sensação de que nunca há dinheiro suficiente.  Manter tudo misturado torna impossível planejar crescimento e organizar investimentos. Consequências de não separar finanças Confusão financeira Sem separar contas, o freelancer não sabe se o saldo da conta bancária é lucro do negócio ou dinheiro pessoal.  Problemas com impostos Misturar despesas atrapalha a declaração de tributos e aumenta o risco de multas.  Falta de previsibilidade Sem organização, é difícil planejar reservas, investimentos ou aumento de preços.  Estresse constante A sensação de “dinheiro sumindo” gera ansiedade e prejudica a produtividade.  Como separar vida pessoal e profissional 1. Abra uma conta bancária exclusiva para o negócio Todo pagamento de clientes deve cair nessa conta, e todas as despesas da empresa devem sair dela. Isso cria clareza imediata sobre o fluxo de caixa. 2. Defina um pró-labore Determine um valor fixo que será retirado da empresa para uso pessoal. Assim, você mantém disciplina financeira e sabe exatamente quanto pode gastar. 3. Organize despesas fixas e variáveis Liste: despesas do negócio (softwares, internet, marketing, ferramentas),  despesas pessoais (moradia, alimentação, lazer).  Isso evita usar dinheiro do negócio para gastos pessoais sem planejamento. 4. Controle o fluxo de caixa regularmente Registre entradas e saídas da conta empresarial e compare com os objetivos financeiros. Isso ajuda a planejar investimentos e evitar surpresas. 5. Utilize ferramentas de gestão financeira Softwares ou planilhas podem simplificar a separação de contas e gerar relatórios claros sobre lucros, despesas e impostos. Benefícios de separar vida pessoal e profissional Clareza financeira: você sabe exatamente quanto a empresa fatura e quanto é lucro.  Segurança tributária: evita problemas com impostos e declarações.  Capacidade de investir: sobra dinheiro para marketing, cursos ou expansão.  Menos estresse: organização gera confiança e tranquilidade para tomar decisões.  Separar vida pessoal e profissional não é burocracia, é estratégia de crescimento e estabilidade financeira. Freelancers que adotam essa prática conseguem planejar melhor, investir com segurança e crescer de forma sustentável. Quer organizar suas finanças e separar suas contas sem complicação? A UNGEST ajuda freelancers a estruturar fluxo de caixa, definir pró-labore e crescer sem perder o controle financeiro.

Leia mais »

Regime Tributário Ideal para Lojas Online: Como Escolher e Pagar Menos Impostos

Por que escolher o regime tributário correto é essencial Muitas lojas online vendem muito, mas acabam pagando impostos desnecessários ou enfrentam problemas com o fisco por não escolher o regime correto. O regime tributário influencia diretamente: Quanto você paga de impostos,  A burocracia da contabilidade,  O lucro real da loja,  A possibilidade de reinvestir no negócio.  Escolher o regime certo é estratégia financeira e legal. Principais regimes tributários para lojas online 1. Simples Nacional Ideal para lojas com faturamento até R$ 4,8 milhões/ano.  Pagamento unificado de IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, INSS e ISS/ICMS, dependendo do produto e estado.  Alíquotas variam conforme faturamento e anexo escolhido (lojas de produtos geralmente no Anexo I).  Menos burocrático, facilita o dia a dia do lojista.  2. Lucro Presumido Indicado para lojas com faturamento até R$ 78 milhões/ano e margens de lucro previsíveis.  Impostos são calculados com base em percentual fixo do faturamento (não no lucro real).  Mais burocrático que o Simples, mas pode ser vantajoso se a margem de lucro for alta.  3. Lucro Real Para lojas grandes ou com margens de lucro baixas e despesas altas.  Impostos são calculados sobre o lucro líquido, exigindo contabilidade completa e detalhada.  Mais burocrático, mas evita pagamento excessivo de tributos se houver muitas despesas dedutíveis.  Impostos mais comuns para lojas online ICMS: imposto estadual sobre circulação de mercadorias.  IRPJ e CSLL: tributos federais sobre lucro (PJ).  PIS e COFINS: contribuições federais sobre faturamento.  Simples Nacional: unifica vários tributos, simplificando a gestão para pequenos e-commerces.  Dicas para escolher o regime tributário ideal Analise o faturamento atual e futuro  O Simples é ótimo para pequenos negócios; Lucro Presumido ou Real podem valer para lojas maiores.  Considere a margem de lucro e despesas  Lojas com alta margem e poucas despesas podem pagar menos no Lucro Presumido.  Lojas com muitas despesas podem se beneficiar do Lucro Real.  Planeje impostos no fluxo de caixa  Reserve valores para pagamento mensal de tributos, evitando surpresas.  Conte com um contador especializado  Um profissional ajuda a escolher o melhor regime e manter a loja dentro da lei.  Benefícios de escolher o regime correto Redução legal da carga tributária  Menor risco de multas e problemas fiscais  Mais controle sobre o lucro real  Planejamento financeiro eficiente para crescimento  Tranquilidade para reinvestir em marketing, estoque e expansão  A Escolher o regime tributário correto não é apenas uma questão legal: é estratégia financeira. Com o regime certo, sua loja online paga menos impostos, cresce de forma sustentável e maximiza lucro.  Quer descobrir qual é o regime tributário ideal para sua loja online e organizar impostos e fluxo de caixa? A UNGEST oferece consultoria contábil especializada para e-commerces, garantindo crescimento seguro e lucrativo.

Leia mais »

Ungest Consultoria
CNPJ: 49.416.212/0001-43

Menu Principal

Links Importantes

Horário de funcionamento

Estamos aqui para auxiliar você a se manter no caminho do sucesso. Entre em contato!

Ungest Consultoria © 2024 | Todos os direitos reservados.

💬 Precisa de ajuda?