Nosso Blog

Aqui estão alguns conteúdos do Nosso Blog

Contabilidade

Como abrir agência de marketing no exterior com menos impostos

  Veja como prestar serviços para uma agência de marketing no exterior com isenção de impostos e otimize o faturamento da sua empresa com a Ungest.  Com as facilidades do ambiente digital, cruzar as fronteiras geográficas tornou-se um passo natural para agências de publicidade e estúdios de tráfego brasileiros. Prestar serviços ou se consolidar como uma agência de marketing no exterior abre as portas para receitas altamente lucrativas baseadas em dólar e euro. No entanto, operar internacionalmente sem um desenho contábil estratégico pode fazer com que o seu lucro evapore em taxas de câmbio e bitributações desnecessárias. O segredo para o sucesso global reside em conhecer as brechas legais favoráveis à exportação. Descubra como estruturar sua agência no Brasil para atender o mercado externo usufruindo de isenções fiscais extremamente atraentes. O perigo de transacionar valores internacionais de forma amadora Prestar serviços estratégicos de marketing para empresas americanas ou europeias utilizando contas bancárias pessoais é uma falha grave de gestão. Os rendimentos internacionais na pessoa física sofrem retenções massivas de Imposto de Renda, além de levantar alertas severos nos sistemas de compliance dos bancos centrais. Para evitar bloqueios de fundos e taxas abusivas, a agência precisa operar por meio de um CNPJ estruturado. Uma pessoa jurídica devidamente parametrizada transmite o profissionalismo exigido por contratantes globais e abre caminho para economias tributárias estruturadas. As movimentações internacionais precisam estar amparadas por documentação idônea que comprove a origem e a natureza dos serviços prestados à empresa estrangeira. Isenções fiscais valiosas na exportação de serviços de marketing A legislação brasileira protege e incentiva a exportação de inteligência e serviços. Quando sua agência de marketing desenvolve campanhas, gerencia tráfego ou cria copys para um cliente sediado fora do país  e o resultado desse esforço é usufruído no exterior a operação ganha o status de exportação de serviços. Esse enquadramento confere às agências optantes pelo Simples Nacional o benefício automático de desoneração tributária sobre a receita bruta internacional. Sua empresa fica isenta do recolhimento de três tributos de peso: PIS (Alíquota zerada na transação internacional) COFINS (Isenção total na exportação) ISS (Isenção do imposto municipal sobre serviços exportados) Dessa forma, o imposto consolidado pago através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) sofre uma redução drástica. O dinheiro economizado pode ser reinvestido diretamente na contratação de talentos ou na escala de suas próprias campanhas. Checklist essencial para faturar globalmente sem riscos Emissão Sistemática de Invoices: Documento oficial detalhando o escopo dos serviços de marketing em inglês ou na língua do contratante. Parametrização de Contratos: Contratos internacionais detalhando que o resultado do serviço será consumido fora do território brasileiro. Parcerias de Câmbio Eficientes: Utilização de contas internacionais PJ com taxas de spread reduzidas para a liquidação dos recursos. Como a Ungest impulsiona o faturamento global da sua agência O time de contabilidade internacional da Ungest remove toda a complexidade burocrática da exportação de serviços de publicidade. Nós cuidamos para que cada fechamento de câmbio esteja perfeitamente amparado pela nota fiscal correta, aplicando as isenções de PIS, COFINS e ISS de forma cirúrgica para maximizar a lucratividade líquida da sua agência. O mercado global está à disposição da competência técnica e criativa da sua agência. Não permita que dúvidas sobre tributação internacional travem o ímpeto de expansão e faturamento internacional da sua marca. Conecte sua agência ao mercado global de forma econômica e legalizada. [Entrar em contato com a Ungest]

Leia mais »
Contabilidade

Agência de marketing pode ser MEI? Conheça as restrições

  Descubra se uma agência de marketing pode ser MEI, entenda os riscos fiscais de CNAEs incorretos e veja a solução ideal para crescer com a Ungest.  O mercado de marketing digital, gestão de tráfego e lançamentos cresce em ritmo acelerado. Diante desse cenário de expansão, surge uma dúvida crucial entre profissionais que desejam estruturar seus negócios: afinal, uma agência de marketing pode ser MEI de forma regularizada perante as leis brasileiras? Com o aumento da cobrança de notas fiscais por parte de clientes e coprodutores, formalizar a operação torna-se um passo obrigatório. No entanto, escolher o caminho errado na abertura do CNPJ pode trazer consequências financeiras devastadoras. A seguir, desmistificamos o enquadramento do marketing digital no ecossistema de microempresas e apontamos o caminho seguro para sua agência decolar. A proibição legal das atividades de publicidade no MEI A Receita Federal proíbe expressamente que atividades relacionadas à publicidade, propaganda e agenciamento de serviços façam parte do Microempreendedor Individual. Profissões que dependem de habilidades intelectuais e estratégicas complexas não encontram espaço na tabela permitida do MEI. Os CNAEs fundamentais para o funcionamento de uma agência não estão listados no Portal do Empreendedor. Tentar mascarar as atividades da sua agência operando sob o CNAE de “Promotor de Vendas” ou “Panfleteiro” é uma prática ilegal classificada como sonegação por simulação. Além da ilegalidade, o teto anual de faturamento do MEI (R$ 81 mil) é totalmente incompatível com a realidade de uma agência de marketing digital em crescimento, onde o faturamento de um único lançamento ou contrato de tráfego pago pode superar esse limite em poucos meses. Como a Ungest desenha a estrutura fiscal ideal para sua agência Se o MEI não é uma opção viável e segura, a solução ideal é abrir uma Microempresa (ME) enquadrada no regime tributário do Simples Nacional. A equipe técnica da Ungest realiza todo esse processo estratégico para o seu negócio digital. Nós avaliamos a fundo a operação da sua agência para inserir um ecossistema de CNAEs adequados, contemplando gestão de tráfego, social media, consultoria de marketing e coprodução. Estruturamos o negócio sob o formato de Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) para blindar seu patrimônio e garantir segurança contratual. Para reduzir o impacto tributário do Simples Nacional, nossa equipe monitora mensalmente o cálculo do Fator R. Através do gerenciamento preciso da sua folha de pró-labore, conseguimos reduzir a alíquota tributária de largada de sua agência de 15,5% para apenas 6%, gerando um alívio de caixa imediato. Benefícios corporativos de operar como Microempresa (ME) Contratos corporativos robustos: Sua agência ganha autoridade técnica para fechar contratos de prestação de serviços com médias e grandes corporações. Emissão de notas fiscais corretas: Total clareza e transparência na emissão de notas para clientes de fee mensal e contratos de performance. Escalabilidade estrutural: Capacidade de contratar colaboradores especialistas, gestores de contas e designers sob as regras da lei. O valor que a Ungest entrega ao mercado de marketing A Ungest fala a mesma língua dos profissionais do ecossistema digital. Nós entendemos as particularidades contratuais de lançamentos, a divisão de comissões em plataformas de infoprodutos e as regras de retenção de impostos, proporcionando uma blindagem contábil completa para sua agência escalar. Deixar sua agência travada por limitações fiscais ou exposta a penalidades da Receita Federal impede você de faturar alto no digital. O caminho para construir um negócio de publicidade sólido e respeitado exige uma contabilidade séria e especializada. Mude o patamar da sua agência de marketing com segurança jurídica. [Solicitar orçamento com a Ungest]

Leia mais »
Contabilidade

Como obter isenção de imposto ao receber do exterior como designer

  Descubra como receber do exterior como designer sem pagar impostos abusivos. Conheça as regras de isenção de tributos com a assessoria da Ungest. O mercado global de design está aquecido e agências internacionais buscam constantemente o talento e a criatividade dos profissionais brasileiros. Conseguir contratos internacionais para criar interfaces, marcas ou ilustrações é excelente, mas você sabe como receber do exterior como designer maximizando seus lucros? Muitos freelancers acabam entregando uma parcela considerável de seus dólares ou euros para a Receita Federal por pura falta de planejamento tributário. A legislação nacional reserva benefícios fantásticos para quem exporta serviços criativos. Entenda os mecanismos que garantem a isenção tributária sobre os seus ganhos internacionais e mude o patamar financeiro do seu negócio digital. O erro de receber em plataformas internacionais na Pessoa Física Quando você fecha um contrato com uma empresa no exterior através de plataformas como Behance, Upwork ou diretamente, o recebimento na conta de Pessoa Física aciona cobranças pesadas. O Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) drena rapidamente até 27,5% dos seus rendimentos através do Carnê-Leão. A saída estratégica e legal para evitar esse desperdício financeiro é a criação de um CNPJ estruturado para o comércio internacional de serviços. Como pessoa jurídica, você adquire uma roupagem profissional perante os clientes globais e garante acesso a alíquotas reduzidas. Trazer volumes expressivos de moeda estrangeira sem a devida cobertura de uma nota fiscal de exportação coloca você na mira direta dos sistemas automatizados de fiscalização do Banco Central e da Receita Federal. Entendendo os tributos zerados na exportação de design A legislação tributária brasileira concede um alívio fiscal imenso para empresas nacionais que prestam serviços cujos resultados são usufruídos integralmente no exterior. Essa operação configura uma exportação de serviços de design. Ao emitir notas fiscais de exportação estando enquadrado no Simples Nacional, o governo concede a isenção total dos seguintes impostos: PIS (Zera a alíquota correspondente na guia unificada) COFINS (Isenção total na operação internacional) ISS (Como o serviço é usufruído fora do país, o imposto municipal é zerado) Essa engrenagem reduz significativamente a carga tributária final sobre a sua Invoice. Com a correta contabilidade dos fatores e o planejamento do pró-labore pela Ungest, o percentual de imposto pago sobre os seus contratos internacionais diminui expressivamente em relação aos contratos nacionais. Cuidados operacionais ao faturar em moedas estrangeiras Contrato de Câmbio Claro: Vincular corretamente a entrada do dinheiro à Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e). Emissão de Invoice: Gerar o documento de cobrança internacional com as informações fiscais precisas do cliente estrangeiro. Evitar Taxas Abusivas: Utilizar plataformas modernas de câmbio digital em vez das taxas de conversão desvantajosas dos bancos tradicionais. Soluções completas da Ungest para designers globais A Ungest oferece suporte integral para o designer que deseja atuar globalmente. Nós estruturamos a sua contabilidade para classificar as notas de exportação com precisão cirúrgica, assegurando que o seu CNPJ se beneficie de todas as isenções legais disponíveis, sem riscos de questionamentos futuros pelo fisco. Faturar em moeda forte é o reconhecimento do seu talento como designer. Não deixe que a falta de orientação contábil especializada transforme o seu sucesso internacional em uma dor de cabeça tributária. Abra suas portas para o mercado global com a segurança que seu negócio merece. [Baixar material gratuito sobre contabilidade internacional]

Leia mais »
Contabilidade

MEI para designer vale a pena? Conheça os riscos legais

  Entenda se o MEI para designer é legalizado, os riscos de usar CNAEs incorretos e saiba como abrir sua microempresa com o suporte estratégico da Ungest.  Muitos profissionais do mercado visual e criativo que buscam a formalização acreditam que o caminho natural é a abertura de um microempreendedor individual. Contudo, a relação entre o MEI para designer é cercada de armadilhas legais e limitações que podem colocar a segurança do seu negócio em sério risco. Seja você um designer gráfico, profissional de UX/UI ou web designer, a escolha do regime tributário correto define o futuro da sua marca. Usar atalhos informais para emitir notas fiscais pode custar muito caro no futuro. Neste artigo, vamos analisar o que a lei diz sobre a sua profissão e demonstrar as melhores alternativas para atuar com total tranquilidade jurídica. O risco invisível do desvio de CNAE para Designers A atividade pura de design (como design gráfico ou de interfaces) é classificada pela Receita Federal como uma profissão de cunho intelectual e artístico regulamentada. Devido a essa natureza, não existe o CNAE de “Designer” dentro da tabela oficial de atividades permitidas para o Microempreendedor Individual. Muitos profissionais acabam utilizando CNAEs inadequados, como “Clicherista” ou “Comerciante”, apenas para conseguir gerar um CNPJ MEI barato. Essa prática configura desvio de finalidade fiscal e pode acarretar penalidades severas, incluindo o cancelamento do CNPJ e a cobrança dos impostos retroativos com juros. Além disso, grandes corporações e startups de tecnologia costumam recusar notas fiscais emitidas por MEIs com atividades incompatíveis com o serviço real contratado. Isso bloqueia o seu acesso aos clientes que pagam os melhores tickets do mercado criativo. Como a Ungest estrutura sua transição para uma Microempresa A melhor forma de proteger sua carreira e expandir o seu estúdio criativo é realizar a abertura de uma Microempresa (ME) enquadrada no regime do Simples Nacional. Com a assessoria da Ungest, esse processo se torna simples, rápido e transparente. Nós identificamos os CNAEs corretos para a sua atuação e estruturamos o seu negócio sob o modelo de Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). Dessa forma, você adquire uma personalidade jurídica forte e protege seu patrimônio pessoal sem precisar de sócios. Para reduzir o peso dos impostos, nós aplicamos o mecanismo legal do Fator R. Caso as despesas com a sua folha de pagamento (incluindo o seu pró-labore) atinjam pelo menos 28% do faturamento da empresa, seu imposto cai de 15,5% para apenas 6% no Simples Nacional. Vantagens reais de abandonar o MEI e virar ME Acesso a grandes marcas: Empresas de grande porte exigem conformidade fiscal absoluta e notas fiscais perfeitas para contratação. Faturamento sem travas: Esqueça o limite apertado do MEI. Cresça o seu faturamento anual sem o medo constante de estourar o teto. Contratação de braço direito: Contrate assistentes, arte-finalistas ou profissionais de atendimento para ajudar na operação do seu estúdio. O cuidado que a Ungest tem com a sua marca criativa A Ungest entende que o tempo de um designer deve ser investido em pesquisa, criação de conceitos e entrega de projetos excepcionais. Nossa equipe lida com toda a burocracia de alvarás, apuração de impostos e entrega de obrigações acessórias, garantindo que sua única preocupação seja encantar seus clientes. O profissionalismo que você entrega nos seus projetos visuais também deve estar refletido na saúde fiscal da sua empresa. Regularize sua atuação como designer hoje mesmo e destrave o crescimento do seu estúdio no mercado. Agende agora uma conversa com o time especializado da Ungest. [Fale com um contador especialista]

Leia mais »
Contabilidade

Como receber do exterior como dev com isenção de imposto

  Aprenda a receber do exterior como dev aproveitando a isenção de impostos sobre a exportação de serviços. Economize com a contabilidade Ungest.  Trabalhar para empresas estrangeiras e faturar em moedas fortes como dólar ou euro tornou-se a meta de grande parte dos programadores brasileiros. No entanto, para aproveitar ao máximo essa remuneração valorizada, você precisa entender como receber do exterior como dev de forma totalmente legal e econômica. Muitos profissionais acabam perdendo uma fatia gigantesca do seu faturamento internacional por desconhecimento das regras fiscais. O Brasil possui um ecossistema tributário complexo, mas altamente vantajoso para quem exporta tecnologia. A seguir, vamos revelar o segredo da isenção de impostos na prestação de serviços internacionais e como aplicar isso no seu CNPJ. O erro de faturar na pessoa física e o impacto dos impostos O primeiro grande erro de quem começa a prestar serviços para o exterior é disponibilizar uma conta bancária de pessoa física para receber os pagamentos internacionais. Ao receber como indivíduo, os seus ganhos ficam sujeitos ao carnê-leão do Imposto de Renda, atingindo rapidamente a alíquota máxima de 27,5%, somada ao INSS autônomo. A solução definitiva para reter o máximo de lucro é a abertura de um CNPJ de Microempresa. Através de uma estrutura empresarial correta, o impacto tributário despenca drasticamente, permitindo que você aproveite a verdadeira valorização cambial do seu trabalho. A Receita Federal fiscaliza com extremo rigor a entrada de capital internacional em contas bancárias nacionais. Operar com uma estrutura jurídica inadequada é o caminho mais curto para cair na malha fina. Como funciona a isenção de impostos na exportação de software A legislação brasileira incentiva fortemente a entrada de divisas estrangeiras no país por meio da exportação de serviços. Se o resultado do seu código de programação for totalmente consumido no exterior, a sua empresa terá direito a isenções tributárias fundamentais. No modelo de exportação de serviços de tecnologia, a sua Microempresa enquadrada no Simples Nacional fica completamente isenta do pagamento de três tributos federais e municipais: PIS (Programa de Integração Social) COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) ISS (Imposto Sobre Serviços) Na prática, ao emitir a sua Invoice e a respectiva Nota Fiscal de exportação, o sistema do Simples Nacional calcula automaticamente o desconto dessas alíquotas. Com o auxílio do Fator R estruturado pela contabilidade, o seu imposto efetivo sobre o faturamento em dólar pode começar em marcas surpreendentemente baixas. Benefícios de ter uma contabilidade especializada em câmbio Emissão correta de Invoices: Elaboração do documento internacional obrigatório de cobrança de acordo com os padrões aceitos pelas empresas estrangeiras. Fechamento de câmbio otimizado: Orientação para escolher as melhores plataformas de recebimento internacional, evitando taxas bancárias abusivas. Segurança contra a malha fina: Registro correto de todas as operações de entrada de capital na contabilidade da empresa. Por que a Ungest é a parceira ideal para o Dev internacional Na Ungest, nós dominamos os trâmites da contabilidade internacional para o mercado de desenvolvimento de sistemas. Nós garantimos que cada nota fiscal de exportação seja gerada com as isenções corretas de PIS, COFINS e ISS, gerando uma economia financeira real que volta direto para o seu bolso. Prestar serviços globais exige uma estrutura contábil que jogue a favor do seu bolso. Não permita que a burocracia ou o pagamento inadequado de impostos limitem o crescimento da sua carreira internacional de tecnologia. Proteja seu faturamento em moeda estrangeira agora mesmo. [Entrar em contato com a Ungest]

Leia mais »
Contabilidade

Por que desenvolvedor não pode ser MEI? Entenda a regra

  Descubra por que desenvolvedor não pode ser MEI e veja a melhor alternativa tributária para abrir seu CNPJ de TI  Muitos profissionais de tecnologia que decidem migrar para o modelo PJ acreditam que o caminho mais rápido é a formalização como microempreendedor. No entanto, se você atua na área de tecnologia, precisa saber que desenvolvedor não pode ser MEI de forma legalizada no Brasil. Essa restrição pega muitos programadores de surpresa logo no início da carreira autônoma. A Receita Federal possui regras muito claras sobre quais profissões são permitidas nesse modelo simplificado. Abaixo, explicamos o motivo real dessa proibição jurídica e mostramos o caminho ideal para você regularizar sua situação sem pagar impostos abusivos. O grande problema: A exclusão de atividades intelectuais no MEI A legislação brasileira que rege o Microempreendedor Individual (Lei Complementar nº 123/2006) foi criada para tirar da informalidade trabalhadores com profissões puramente operacionais ou comerciais. Atividades que exigem formação técnica, intelectual ou científica foram expressamente excluídas desse regime de tributação simplificado. Como a programação de sistemas e o desenvolvimento de softwares são classificados como atividades intelectuais, nenhum CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) de desenvolvimento está disponível na lista de ocupações permitidas. Tentar burlar o sistema usando um código de “técnico de manutenção de computadores” configura desvio de finalidade. Se você emitir notas de desenvolvimento usando um CNAE de suporte técnico, corre o risco de sofrer uma fiscalização da Receita Federal. O resultado disso é o desenquadramento retroativo do seu CNPJ, além da cobrança de multas pesadas sobre todo o valor faturado. Como a contabilidade digital resolve essa barreira de forma legal Não poder ser MEI não significa que você deve ficar preso às garras do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), que pode morder até 27,5% dos seus ganhos mensais. A melhor alternativa para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas é abrir uma Microempresa (ME) enquadrada no Simples Nacional. Com o suporte da Ungest, você pode abrir uma Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). Esse formato jurídico protege seu patrimônio pessoal e dispensa a necessidade de ter sócios, funcionando exatamente como você precisa para prestar serviços a grandes empresas. A grande jogada contábil para o mercado de TI chama-se Fator R. Trata-se de um cálculo legal que permite que sua empresa de desenvolvimento saia do Anexo V do Simples Nacional (com imposto inicial de 15,5%) e passe a ser tributada pelo Anexo III, onde a alíquota inicial cai para apenas 6%. Benefícios práticos da Microempresa (ME) para o programador Emissão correta de notas fiscais: Você emite Notas Fiscais de Serviço (NFS-e) com o código exato da sua atividade, passando total segurança para os seus clientes de tecnologia. Faturamento escalável: Esqueça o teto baixo e limitador do MEI. Como Microempresa, você pode faturar até R$ 360 mil por ano (ou até R$ 4,8 milhões como EPP). Contratação de equipe: Caso precise expandir, você não fica limitado a registrar apenas um funcionário. Segurança jurídica absoluta: Proteção total contra fiscalizações e autuações causadas pelo uso de CNAEs inadequados. Diferenciais da Ungest para profissionais de tecnologia A Ungest é uma contabilidade digital totalmente especializada na realidade burocrática dos desenvolvedores de software. Nós estruturamos a abertura da sua Microempresa de forma rápida, configuramos o seu pró-labore para ativar o benefício do Fator R e cuidamos de toda a rotina fiscal enquanto você foca nas suas linhas de código. Ficar na irregularidade ou pagar impostos acima do necessário não são opções inteligentes para o seu negócio de tecnologia. Agora que você entendeu o motivo pelo qual o desenvolvedor não pode ser MEI, é hora de dar o próximo passo rumo ao crescimento sustentável e seguro. Fale com os nossos especialistas e abra a sua Microempresa de forma descomplicada. [Solicitar orçamento com a Ungest]

Leia mais »

Ungest Consultoria
CNPJ: 49.416.212/0001-43

Menu Principal

Links Importantes

Horário de funcionamento

Estamos aqui para auxiliar você a se manter no caminho do sucesso. Entre em contato!

Ungest Consultoria © 2024 | Todos os direitos reservados.

💬 Precisa de ajuda?