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Contabilidade

Como Receber do Exterior como PJ e Isentar Impostos no Brasil

Trabalha para fora? Descubra como receber do exterior como PJ e garantir isenção de PIS, COFINS e ISS. Economize impostos na exportação de serviços com a Ungest. Trabalhar para empresas estrangeiras e receber em dólar ou euro é o “padrão ouro” para designers, desenvolvedores e gestores de tráfego brasileiros em 2026. No entanto, a euforia de ver o saldo na Nomad, Wise ou Deel pode se transformar em preocupação na hora de trazer esse dinheiro para o Brasil. Como receber do exterior como PJ sem ser abocanhado por taxas abusivas e bitributação? Muitos profissionais tentam manter os ganhos na pessoa física, caindo na malha fina do Carnê-Leão com alíquotas de até 27,5%. O que poucos sabem é que o Brasil possui incentivos fiscais poderosos para a exportação de serviços. Quando você estrutura sua empresa da forma correta, é possível reduzir drasticamente sua carga tributária, chegando a níveis de imposto menores do que quem trabalha apenas para o mercado interno. Neste guia, a Ungest explica o passo a passo para legalizar seus ganhos internacionais, as isenções de impostos garantidas por lei e como nossa contabilidade em Salvador ajuda você a converter moeda estrangeira em lucro real. O Benefício Fiscal da Exportação de Serviços A legislação brasileira incentiva a entrada de divisas estrangeiras no país. Por isso, quando uma empresa brasileira (seu CNPJ) presta serviços para uma empresa sediada no exterior, ela goza de isenções específicas no Simples Nacional e no Lucro Presumido. Ao emitir uma nota fiscal de exportação de serviços, você fica isento de: PIS (Programa de Integração Social) COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) ISS (Imposto Sobre Serviços) – na maioria dos municípios, incluindo Salvador, desde que o resultado do serviço se verifique no exterior. O impacto no seu bolso: Enquanto um prestador de serviço nacional começa pagando 6% no Simples Nacional (Anexo III com Fator R), o exportador de serviços pode ver essa alíquota cair para aproximadamente 3,05% a 4%, dependendo do faturamento acumulado. Invoice vs. Nota Fiscal: Como documentar seus ganhos? Para o governo brasileiro, o comprovante de que você prestou um serviço lá fora não é apenas o extrato bancário. Você precisa de dois documentos fundamentais: Invoice: É a “fatura” internacional. Não tem um modelo fixo da Receita Federal, mas deve conter seus dados, os dados da empresa estrangeira, a descrição do serviço em inglês (ou na língua local) e o valor em moeda estrangeira. Nota Fiscal de Serviço (NFS-e): Mesmo recebendo em dólar, você precisa emitir a nota fiscal brasileira em Reais. O valor da nota deve ser a conversão do câmbio do dia (PTAX) em que o serviço foi faturado ou recebido. A Ungest orienta nossos clientes sobre como conciliar esses valores para que não haja divergência entre o que entrou na sua conta bancária e o que foi declarado, evitando o risco de fiscalização por variação cambial. Qual o melhor CNAE para quem trabalha para o exterior? Para garantir as isenções, o seu CNAE deve estar alinhado com a atividade técnica prestada. Os mais comuns para o público digital que atua “para fora” são: 6201-5/01 (Desenvolvimento de Programas de Computador): Para programadores e devs. 7410-2/03 (Design Gráfico): Para designers e diretores de arte. 6319-4/00 (Gestão e Medição de Tráfego): Para gestores de performance que atendem contas globais. Assim como no mercado interno, essas atividades podem usufruir do Fator R para garantir o enquadramento no Anexo III, potencializando ainda mais a economia gerada pelas isenções de exportação. O Caminho do Dinheiro: Plataformas de Remessa Receber pelo banco tradicional costuma ser caro devido ao spread cambial e taxas de ordem de pagamento. Atualmente, freelancers e agências utilizam plataformas como: Husky / Nomad / Wise / Remessa Online: Oferecem taxas competitivas e geram o comprovante de fechamento de câmbio necessário para a contabilidade. Dica da Ungest: Guarde todos os comprovantes de fechamento de câmbio. Eles são o lastro legal que prova que o dinheiro vindo do exterior é fruto do seu trabalho PJ e não uma doação ou empréstimo oculto. Diferenciais da Ungest para o Freelancer Internacional Trabalhar para o exterior exige uma contabilidade que entenda de normas internacionais e câmbio. Na Ungest, oferecemos suporte especializado para quem é “global”: Suporte na Emissão de Notas de Exportação: Configuramos o sistema da prefeitura de Salvador (ou da sua cidade) para aplicar as isenções de ISS corretamente. Planejamento Tributário Internacional: Analisamos se o Simples Nacional ainda é o melhor caminho ou se o Lucro Presumido oferece mais vantagens para o seu volume de faturamento em dólar. Sede Virtual em Salvador: Mantenha sua liberdade geográfica. Viaje o mundo como nômade digital enquanto sua empresa possui um endereço fiscal sólido e profissional conosco. Atendimento Digital: Tudo é resolvido pelo WhatsApp ou plataforma própria. Sem papelada, sem burocracia, no ritmo do mercado internacional. Conclusão: Oportunidade Global com Segurança Brasileira Receber do exterior como PJ é a melhor forma de maximizar seus ganhos em 2026. A combinação de uma moeda forte (Dólar/Euro) com as isenções fiscais de exportação de serviços no Brasil cria um cenário de alta lucratividade para o profissional do digital. Não deixe que o medo da Receita Federal ou a complexidade do câmbio impeçam você de aceitar propostas internacionais. Com a estrutura correta, você paga menos impostos do que imagina e constrói um patrimônio sólido. Está com contrato internacional na mesa e não sabe como receber? A Ungest é especialista em legalizar ganhos vindos do exterior para freelancers, designers e agências. Clique abaixo e fale com um especialista para abrir sua empresa ou migrar sua contabilidade agora mesmo. [Quero legalizar meus ganhos em dólar com a Ungest!]

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Contabilidade

Fator R no Simples Nacional: Reduza o Imposto da sua Agência para 6%

  Descubra como o Fator R permite que sua agência de marketing ou design reduza o imposto de 15,5% para 6%. Aprenda o cálculo com a contabilidade da Ungest e economize. A carga tributária no Brasil é um dos maiores desafios para quem empreende no mercado digital. Se você é dono de uma agência de marketing, estúdio de design ou atua como consultor, já deve ter percebido que o crescimento do faturamento nem sempre se traduz em mais lucro no bolso. Muitas vezes, o culpado é o enquadramento tributário inadequado. O Fator R no Simples Nacional é a estratégia legal mais eficiente para prestadores de serviços intelectuais pagarem menos impostos. Muitos profissionais do digital iniciam suas atividades sendo tributados em 15,5% sobre o faturamento bruto, sem saber que poderiam estar pagando apenas 6%. Essa diferença pode representar a sobrevivência ou a expansão do seu negócio. Neste guia completo, a Ungest explica como funciona essa regra, como realizar o cálculo e, principalmente, como aplicar o Fator R de forma estratégica para que sua agência pare de queimar dinheiro com impostos desnecessários. O que é o Fator R e por que ele é vital para o Marketing Digital? O Fator R é um cálculo utilizado pelo Governo Federal para determinar se uma empresa do Simples Nacional será tributada pelo Anexo III (com alíquotas a partir de 6%) ou pelo Anexo V (com alíquotas a partir de 15,5%). Essa regra foi criada para incentivar a geração de empregos e a formalização de pró-labore em empresas de serviços. Para agências de marketing, gestores de tráfego e designers, essa regra é um divisor de águas. Sem o Fator R, essas atividades são jogadas automaticamente para o Anexo V, o mais caro do Simples Nacional. No entanto, se a empresa mantiver uma folha de pagamento que represente pelo menos 28% do seu faturamento bruto, ela ganha o direito de migrar para o Anexo III. Isso significa que o governo “premia” a empresa que investe em pessoas ou que formaliza a retirada dos sócios. Para o mercado digital, onde a margem de lucro muitas vezes é reinvestida em tráfego e ferramentas, garantir essa redução de alíquota é fundamental para manter a competitividade. Como calcular o Fator R na prática? O cálculo do Fator R não é complexo, mas exige precisão contábil para evitar erros que resultem em multas ou pagamentos retroativos. A fórmula básica é: Fator R = Folha de Pagamento (últimos 12 meses) / Receita Bruta (últimos 12 meses)   Se o resultado dessa divisão for igual ou superior a 0,28 (ou 28%), sua agência se enquadra no Anexo III (6%). Se for inferior a 0,28, a tributação ocorre pelo Anexo V (15,5%). O que entra na conta da “Folha de Pagamento”? Muitos empreendedores acreditam que apenas salários de funcionários CLT contam para o Fator R. Na verdade, para agências enxutas ou freelancers, o principal aliado é o Pró-labore (salário do sócio da empresa). Entram no cálculo: Salários brutos pagos a funcionários; Pró-labore dos sócios; FGTS e contribuições previdenciárias (CPP); Pagamentos de autônomos (RPA). Exemplo Prático de Economia Imagine que sua agência fatura em média R$20.000,00 por mês. No Anexo V (sem Fator R): Você pagaria 15,5% de imposto, totalizando R$3.100,00 mensais. No Anexo III (com Fator R): Você pagaria 6% de imposto, totalizando R$1.200,00 mensais. Nesse cenário, a consultoria da Ungest geraria uma economia direta de R$1.900,00 por mês (R$22.800,00 por ano). Esse valor poderia ser reinvestido em anúncios, novos equipamentos ou na contratação de um assistente. Os Desafios das Agências de Marketing e Design Agências de publicidade e estúdios de design enfrentam uma oscilação comum de faturamento. Em meses de lançamentos ou grandes projetos, o faturamento sobe drasticamente. Se a folha de pagamento não acompanhar proporcionalmente esse aumento, a empresa corre o risco de “cair” no Anexo V no mês seguinte. A contabilidade tradicional muitas vezes falha ao não avisar o cliente sobre essa oscilação a tempo. Na Ungest, trabalhamos com contabilidade consultiva e digital, monitorando mensalmente o seu Fator R. Caso seu faturamento suba, orientamos o ajuste do seu pró-labore para garantir que você permaneça na menor alíquota possível. Além disso, há a questão dos CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). Usar o código errado pode impedir o uso do Fator R ou até mesmo causar problemas com os órgãos. Ter uma contabilidade especializada no mercado digital garante que sua empresa esteja registrada nos códigos mais benéficos. Benefícios Práticos de Aplicar o Fator R com a Ungest Ao adotar uma gestão tributária focada no Fator R, sua agência ganha muito mais do que apenas a economia de impostos. Veja os benefícios práticos: Aumento da Lucratividade Bruta: Menos dinheiro para o governo significa maior margem de lucro para os sócios. Regularização Previdenciária: Ao ajustar o pró-labore para atingir os 28%, você também aumenta sua contribuição para o INSS, garantindo melhores benefícios previdenciários no futuro. Segurança Fiscal: Estar no Simples Nacional e utilizar o Fator R corretamente elimina o risco de notificações da Receita Federal por omissão de rendimentos. Facilidade em Financiamentos: Com uma folha de pagamento e pró-labore bem estruturados, a comprovação de renda da empresa e dos sócios se torna muito mais sólida para conseguir créditos bancários. A Ungest não apenas faz as guias de imposto (DAS); nós analisamos mensalmente o comportamento do seu faturamento para aplicar a estratégia de elisão fiscal (redução legal de impostos) mais adequada para o seu momento. Diferenciais da Ungest para Negócios Digitais em Salvador Embora o mercado digital não tenha fronteiras, ter uma contabilidade que entenda a realidade de Salvador e das exigências fiscais da região é um diferencial. A Ungest une a agilidade da contabilidade digital com o atendimento humanizado de quem conhece o ecossistema local. Nossos processos são 100% integrados. Se você usa plataformas como Hotmart, Kiwify ou emite muitas notas fiscais de serviço para clientes fixos, nossa tecnologia automatiza essa leitura, reduzindo as chances de erro humano e garantindo que o cálculo do Fator R seja feito com dados em tempo real. Diferente

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Contabilidade

CNAE para Gestor de Tráfego: O Guia Oficial para Legalizar sua Agência

  Descubra o CNAE para gestor de tráfego atualizado. Saiba por que o código 6319-4/00 é o oficial, os riscos do MEI e como a Ungest garante o imposto de 6%. O mercado de anúncios online não permite amadorismo. Assim como você testa públicos e criativos para achar a melhor conversão, a escolha do seu CNAE para gestor de tráfego precisa ser otimizada para evitar que o seu lucro seja “comido” por impostos desnecessários ou multas da Receita Federal. Antigamente, por falta de opção específica, muitos profissionais utilizavam o CNAE de “Agência de Publicidade”. No entanto, a Receita Federal e o IBGE pacificaram o entendimento. Hoje, existe um código que descreve exatamente a sua função técnica de análise e medição de dados. Neste guia completo da Ungest, vamos detalhar quais códigos você deve usar, por que o MEI é um perigo real para a sua carreira e como nossa contabilidade especializada em Salvador ajuda gestores de todo o Brasil a escalarem com segurança jurídica. Qual o CNAE Principal para Gestor de Tráfego? A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é o que define o quanto você paga de imposto. Para quem vive de gerenciar campanhas no Google, Meta, TikTok e LinkedIn, o código oficial é: 6319-4/00 – Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet. Diferente do marketing tradicional, este CNAE abrange especificamente os serviços de gestão e medição de tráfego digital na internet. Ao utilizar este código, você deixa claro para o fisco que seu trabalho é técnico e baseado em dados, o que abre as portas para o planejamento tributário. CNAEs Secundários Estratégicos Para uma agência completa, a Ungest recomenda adicionar atividades secundárias que protejam toda a sua operação: 7311-4/00 (Agência de Publicidade): Se você também cria os artes e vídeos (criativos). 7319-0/03 (Marketing Direto): Útil para quem atua com lançamentos e infoprodutos. 7490-1/04 (Intermediação de Negócios): Essencial para quem atua como afiliado ou em modelos de co-produção. Gestor de Tráfego pode ser MEI? (A Verdade Nua e Crua) Muitos “gurus” da internet sugerem começar como MEI usando o CNAE de “Promotor de Vendas”. Isso é um risco desnecessário. Atividade Intelectual: O IBGE classifica a gestão de tráfego como uma atividade técnica/intelectual, o que a proíbe de estar no MEI. Desenquadramento Retroativo: Se a Receita Federal identificar que você presta serviços de tráfego sob um MEI irregular, ela pode cobrar todos os impostos devidos desde o dia em que você abriu a empresa, com juros e multas de até 75%. Limite de Faturamento: O teto do MEI é muito baixo para quem escala no tráfego pago. Um único contrato de sucesso pode te tirar do limite e gerar um caos contábil. Na Ungest, fazemos a migração segura de MEI para ME (Microempresa), garantindo que você possa emitir notas de qualquer valor sem medo. Riscos de operar com o CNAE Incorreto Além do risco financeiro, operar com o CNAE errado prejudica o seu posicionamento de mercado: Problemas com Notas Fiscais: Se o código na nota não bate com o serviço, o cliente (especialmente grandes empresas) pode recusar o pagamento por medo de problemas com o fisco. Sonegação Involuntária: Emitir nota de “serviços administrativos” para esconder “gestão de tráfego” é considerado fraude fiscal. Dificuldade de Crédito: Bancos analisam o CNAE para liberar linhas de crédito. Atividades de tecnologia (como o 6319-4/00) são muito mais bem vistas que atividades genéricas. Como abrir seu CNPJ de Gestor de Tráfego com a Ungest? O processo é simples e 100% digital. Você foca nas campanhas, nós cuidamos da burocracia. Os documentos necessários são: RG e CPF (ou CNH); Comprovante de endereço; IPTU do local (ou você pode usar Sede Virtual);   Por que escolher a Ungest em vez de uma contabilidade comum? Diferente das contabilidades tradicionais a Ungest nasceu no digital. Nós sabemos o que é um lançamento, como funciona o checkout da Hotmart e a importância de separar a verba de anúncio (Ad Spend) do seu honorário para evitar a bitributação. Conclusão: O próximo nível da sua Agência começa agora Escolher o CNAE para gestor de tráfego correto não é apenas sobre “pagar imposto”, é sobre construir um negócio escalável e seguro. Não deixe sua operação nas mãos do acaso ou de “jeitinhos” que podem custar o seu patrimônio. Seja você um gestor freelancer ou dono de uma agência de performance, a Ungest tem o plano ideal para você pagar o mínimo de imposto dentro da legalidade. Pronto para legalizar sua agência com quem entende de Tráfego Pago? Clique no botão abaixo e fale agora com um consultor especializado da Ungest. Vamos fazer o seu diagnóstico tributário gratuito e mostrar o caminho para os 6% de imposto. [Falar com Especialista da Ungest agora!]  

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Contabilidade

Contabilidade para Co-produção: Como Evitar a Bitributação em Lançamentos

  Saiba como funciona a contabilidade para co-produção. Aprenda a emitir notas fiscais em lançamentos, dividir impostos com o expert e lucrar mais com a Ungest. Se você é dono de uma agência de lançamentos ou um expert que vende infoprodutos, sabe que o dia do “carrinho aberto” é uma montanha-russa de emoções. Mas, passada a euforia das vendas, surge o pesadelo burocrático: como dividir os impostos de forma justa sem pagar em dobro sobre o mesmo faturamento? A contabilidade para co-produção é o calcanhar de Aquiles de muitos lançadores. Sem uma estrutura correta, a Receita Federal pode entender que todo o dinheiro que entra na plataforma (Hotmart, Kiwify, Eduzz) pertence apenas a uma das partes, gerando uma tributação astronômica e desnecessária. Neste artigo, a Ungest revela como configurar sua operação para pagar imposto apenas sobre a sua parte do lucro, as cláusulas essenciais do contrato de co-produção e como nossa contabilidade em Salvador protege o caixa do seu lançamento. O que é Co-produção e o Risco da Bitributação? Na co-produção, o Expert (detentor do conhecimento) e a Agência (estategista de lançamento) unem forças para vender um infoproduto. As plataformas de vendas facilitam o “split de pagamento”, enviando a comissão de cada um diretamente para suas contas bancárias. No entanto, o split financeiro não é split fiscal. Muitos empreendedores acreditam que, se a plataforma já dividiu o dinheiro, o imposto também já está resolvido. Errado. Se você não tiver uma contabilidade especializada, corre o risco de: Expert pagar imposto sobre 100% da venda, mesmo recebendo apenas 50%. Agência pagar imposto sobre o valor bruto, para depois repassar ao expert (bitributação). Cair na malha fina por divergência entre o que foi vendido na plataforma e o que foi declarado em nota fiscal. Como emitir Nota Fiscal em Lançamentos (O Modelo Correto) Para evitar pagar imposto indevido, a estratégia da Ungest baseia-se na emissão de notas fiscais proporcionais. Existem dois modelos principais aceitos pelos órgãos fiscalizadores: Parceria com Notas Fiscais Individuais Neste modelo, tanto o Expert quanto o Co-produtor emitem notas fiscais diretamente para o cliente final, cada um sobre a sua porcentagem da venda. Exemplo: Em um curso de R$1.000,00 com split de 50/50, o aluno recebe duas notas fiscais de R$500,00. Vantagem: É a forma mais segura de garantir que cada empresa pague imposto apenas sobre o que realmente recebeu. Contrato de Prestação de Serviço (Agência para Expert) Neste formato, o Expert emite nota de 100% para o aluno, e a Agência emite uma nota de prestação de serviços para o Expert. Desvantagem: O Expert acaba pagando imposto sobre o faturamento bruto, o que pode inviabilizar a margem de lucro em lançamentos de alto volume. O Contrato de Co-produção: Sua Blindagem Jurídica A contabilidade para co-produção não sobrevive sem um contrato bem redigido. Para o Google e para a Receita Federal, o que vale é o que está documentado. Um contrato robusto deve prever: Natureza da Parceria: Definir se é uma prestação de serviço ou uma parceria comercial. Responsabilidade Fiscal: Quem emite a nota para o aluno e como será feito o split. Divisão de Custos: Como serão abatidos os custos de tráfego pago (Ad Spend) e ferramentas antes da divisão dos lucros. Propriedade Intelectual: De quem é o curso caso a parceria acabe? A Ungest auxilia na análise desses pontos para garantir que a sua contabilidade esteja em perfeita harmonia com o seu jurídico. Diferenciais da Ungest para Lançadores e Experts Nós entendemos que o ritmo de um lançamento é frenético. Você não tem tempo para explicar ao seu contador o que é um “downsell” ou um “order bump”. Integração com Plataformas: Trabalhamos com ferramentas que automatizam a emissão de notas fiscais integradas à Hotmart, Eduzz, Kiwify e outras. Gestão de Nota Fiscal de Co-produção: Configuramos o sistema para que as notas saiam nos valores exatos do split, evitando erros manuais. Sede Virtual : Se sua agência é digital, você não precisa de um escritório físico caro. Use nossa sede virtual e reduza custos fixos. Planejamento Tributário Antecipado: Analisamos o seu teto de faturamento para que você não seja pego de surpresa mudando de faixa de imposto no meio do lançamento. Conclusão: Proteja seu Lançamento com a Ungest A co-produção é uma das formas mais rápidas de escalar no mercado digital, mas exige uma contabilidade para co-produção que seja cirúrgica. Pagar imposto sobre o faturamento bruto do seu parceiro é um erro que pode destruir sua margem líquida e inviabilizar o negócio. Se você quer segurança para escalar seus lançamentos para 6, 7 ou 8 dígitos, precisa de uma estrutura contábil que entenda de split, notas proporcionais. Vai lançar e quer evitar a bitributação? A Ungest é especialista em agências de lançamento e experts. Deixe a burocracia tributária conosco e foque em bater suas metas de vendas e leads. [Quero um diagnóstico gratuito para meu próximo lançamento com a Ungest!]

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Tributação no E-commerce: O Que Você Precisa Saber para Não Prejudicar sua Loja Virtual

A importância da tributação no e-commerce Muitos empreendedores digitais começam sua loja virtual acreditando que basta vender e entregar os produtos. Porém, ignorar a tributação no e-commerce pode trazer sérios problemas: multas, bloqueios fiscais e até inviabilizar o negócio. Saber quais impostos pagar, como calcular corretamente e qual regime tributário escolher é essencial para manter o crescimento saudável e lucrativo do seu negócio online. Quais são os principais impostos no e-commerce? No Brasil, quem vende pela internet está sujeito a diferentes tributos, que variam conforme o regime tributário da empresa. Os principais são: ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): incide sobre a venda de produtos. No e-commerce, costuma gerar dúvidas, principalmente em vendas interestaduais. PIS e COFINS: contribuições federais aplicadas sobre o faturamento. IRPJ e CSLL: impostos sobre o lucro da empresa, variando conforme o regime tributário escolhido. Regimes tributários mais comuns no e-commerce 1. MEI (Microempreendedor Individual) Indicado para quem está começando, mas limitado a R$ 81 mil de faturamento anual. Permite vender online, mas exige atenção, já que nem todos os marketplaces aceitam MEI como vendedor. 2. Simples Nacional O regime mais usado no e-commerce de pequeno e médio porte. Reúne diversos impostos em uma única guia (DAS), com alíquotas progressivas de acordo com o faturamento. 3. Lucro Presumido Recomendado para negócios maiores. O cálculo é feito com base em uma presunção de lucro, e a carga tributária pode ser vantajosa dependendo da margem da loja. 4. Lucro Real Exigido para empresas de grande porte, com faturamento anual acima de R$ 78 milhões. O imposto é calculado sobre o lucro real obtido. Dores comuns de quem ignora a tributação no e-commerce Surpresas com impostos retroativos. Margens corroídas, porque os tributos não foram considerados no preço do produto. Multas e autuações fiscais, por falta de emissão de notas fiscais. Dificuldade em crescer, pois a empresa fica irregular e sem acesso a crédito. Como organizar a tributação e evitar problemas Escolha o regime tributário certo com apoio de um contador especializado. Emita nota fiscal em todas as vendas, inclusive em marketplaces. Inclua os impostos no cálculo do preço de venda, evitando prejuízos. Use ferramentas de gestão fiscal que integrem vendas, estoque e emissão de notas. Revise periodicamente a tributação, já que o crescimento do e-commerce pode exigir mudanças de regime. Conclusão: Tributação é parte da estratégia Entender e organizar a tributação no e-commerce não é apenas uma obrigação legal, mas também um diferencial competitivo. Quem administra corretamente seus impostos consegue precificar melhor, evita riscos e cria condições para crescer de forma sustentável.  A UNGEST é especialista em e-commerces e pode ajudar você a estruturar sua contabilidade, reduzir a carga tributária de forma legal e garantir que seu negócio esteja sempre em dia com o fisco.

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Tributação e Impostos para Agências de Marketing: O que Você Precisa Saber

Por que tributação é um ponto crítico para agências Agências de marketing lidam com clientes, campanhas e projetos variados. Mas muitas vezes ignorarem a tributação correta, causando problemas futuros: multas, dívidas e risco de perder credibilidade. Entender quais impostos pagar, como e quando é essencial para manter a agência saudável e lucrativa. Principais tributos para agências de marketing 1. ISS (Imposto sobre Serviços) Cobrado pelos municípios, geralmente entre 2% e 5% sobre o faturamento dos serviços.  Aplicável a todos os serviços de marketing, publicidade, social media e gestão de tráfego.  2. IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) Pago por empresas conforme o regime tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.  No Simples, o imposto já está incluso na guia unificada, mas alíquotas variam conforme faturamento e anexo.  3. Contribuições federais (PIS e COFINS) Incidem sobre faturamento, dependendo do regime tributário escolhido.  No Simples Nacional, essas contribuições já são unificadas, mas no Lucro Presumido/Real são separadas.  4. Contribuição previdenciária (INSS) Para autônomos e sócios que recebem pró-labore, deve ser recolhida mensalmente.  Regimes tributários mais comuns para agências Regime Vantagens Pontos de atenção Simples Nacional Menos burocracia, guia única, alíquotas progressivas, opção de Anexo III (Fator R) Se não cumprir o Fator R (28% com folha de pagamento), pode cair no Anexo V com alíquotas maiores. Lucro Presumido Pode reduzir imposto se margem de lucro for alta Mais obrigações contábeis e cálculo detalhado necessário Lucro Real Ideal para agências grandes com alta complexidade Mais burocracia e necessidade de contabilidade sofisticada Erros comuns que prejudicam a agência Não pagar os impostos corretamente.  Ignorar a emissão de notas fiscais para clientes.  Não planejar pagamentos de impostos mensais.  Confundir finanças pessoais com da agência.  Ignorar o Fator R, aumentando a alíquota do Simples.  Dicas para otimizar a tributação Conte com um contador especializado em agências digitais.  Separe pró-labore e lucro de forma clara.  Planeje impostos no fluxo de caixa, evitando surpresas no final do mês.  Escolha o regime tributário adequado conforme faturamento e estrutura da agência.  Automatize emissão de notas fiscais e mantenha registros organizados.  Benefícios de entender tributação e impostos Evita multas e dívidas inesperadas.  Proporciona segurança para investir no crescimento da agência.  Ajuda a precificar serviços corretamente, garantindo lucro real.  Maior credibilidade perante clientes e parceiros.  Tributação não precisa ser um pesadelo. Com planejamento, conhecimento e apoio contábil especializado, sua agência pode crescer de forma sustentável, pagar impostos corretamente e manter lucro consistente. Quer organizar impostos, escolher o regime ideal e manter sua agência de marketing lucrativa? A UNGEST oferece suporte contábil estratégico e planejamento tributário para agências digitais.

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