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Contabilidade

Contrato de Mentoria: por que ele importa tanto quanto a nota fiscal

  “Eu vendo mentoria, preciso mesmo de contrato?” Sim — e não é só uma questão jurídica, é também uma questão contábil e de proteção do seu negócio. Muitas mentoras tratam o contrato como um “extra chato” que fica pra depois, e vendem só com uma confirmação por WhatsApp e o pagamento na conta. O problema aparece quando uma aluna pede reembolso, questiona o que foi entregue, ou — em casos mais sérios — aciona o Procon ou a Justiça. O que o contrato protege, na prática Escopo do que está sendo vendido — quantos encontros, qual formato, o que está incluso e o que não está. Sem isso por escrito, qualquer expectativa não atendida vira motivo de conflito; Política de reembolso — definir claramente o prazo e as condições de cancelamento evita discussões e embasa juridicamente uma eventual negativa de reembolso fora do prazo; Confidencialidade, quando aplicável — importante especialmente em mentorias de negócios, onde informações sensíveis da aluna são compartilhadas; Forma e condições de pagamento, incluindo o que acontece em caso de inadimplência em vendas parceladas. A relação entre contrato e nota fiscal O contrato e a nota fiscal deveriam sempre contar a mesma história. Se o contrato prevê um valor e a nota fiscal (ou recibo) reflete outro, isso cria uma inconsistência que pode ser questionada tanto pela aluna quanto pela Receita Federal. Da mesma forma, se você emite a nota fiscal do valor total à vista, mas na prática está recebendo parcelado, o momento de reconhecimento da receita para fins contábeis também precisa ser tratado corretamente — outro motivo para o contrato e a parte fiscal conversarem entre si. O que todo contrato de mentoria deveria ter, no mínimo Identificação completa das partes (você/sua empresa e a cliente); Descrição clara do escopo da mentoria — duração, formato, entregas; Valor total, forma de pagamento e condições de parcelamento; Política de cancelamento e reembolso; Cláusula de confidencialidade, se aplicável; Foro (cidade/estado) para eventual resolução de conflitos. Contrato não substitui nota fiscal — e vice-versa É importante deixar claro: o contrato formaliza a relação comercial e protege juridicamente ambas as partes, mas não substitui a obrigação fiscal de emitir nota fiscal ou recibo. Os dois documentos são complementares, não alternativos. Como a Ungest te ajuda a alinhar contrato e contabilidade Embora a Ungest não redija contratos (isso é trabalho de advogado), orientamos nossas clientes sobre como estruturar a parte fiscal da venda de mentorias de forma que ela converse perfeitamente com o que está no contrato — evitando inconsistências que geram dor de cabeça depois. Quer organizar a parte fiscal da sua mentoria com quem entende do mercado digital? Fale com a Ungest.

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Contabilidade

Como Declarar Imposto de Renda Recebendo por PIX, Hotmart e Cartão ao Mesmo Tempo

  O caos de fim de ano que toda mentora já viveu Se você vende mentoria com pagamento parcelado no cartão via checkout próprio, recebe PIX de alunas que compraram direto com você, e ainda tem vendas passando pela Hotmart ou outra plataforma de infoprodutos, você já sabe: na hora de declarar o Imposto de Renda, juntar tudo isso é um parto. E o pior — juntar errado pode te colocar na malha fina. Por que cada canal de recebimento se comporta diferente Hotmart e outras plataformas de infoproduto costumam reter uma parte de taxas e repassar o valor líquido, além de gerar relatórios consolidados de venda — mas atenção: o valor a declarar é sempre o valor bruto da venda, não o líquido recebido após taxas, que entram como despesa dedutível separadamente (quando você é PJ); PIX recebido diretamente exige que você mesma mantenha o controle, porque não existe consolidado automático — cada PIX de aluna é uma venda que precisa ser registrada; Cartão de crédito via checkout próprio ou gateway de pagamento normalmente também gera relatórios, mas cada gateway tem seu próprio formato e prazo de repasse, o que pode gerar confusão entre “quando a venda foi feita” e “quando o dinheiro efetivamente entrou”. O erro mais comum: declarar só o que “sobrou na conta” Muitas mentoras, na correria, acabam declarando apenas o valor que efetivamente ficou disponível na conta bancária — já descontando taxas de plataforma, parcelamento de cartão e afins. Isso é um erro: o correto é declarar o faturamento bruto de cada venda, e tratar as taxas como despesa (dedutível, se você for PJ) separadamente. Como organizar isso ao longo do ano, sem sofrimento em março Tenha uma planilha (ou sistema) único que centralize todas as vendas, independentemente do canal — data, valor bruto, plataforma, forma de recebimento; Concilie mensalmente, não anualmente — comparar o que entrou na conta com o que foi vendido é muito mais fácil mês a mês do que reconstruir 12 meses de uma vez; Baixe os relatórios de cada plataforma regularmente — Hotmart, gateways de cartão, e qualquer outra ferramenta que você use, guardando o histórico, já que o acesso a relatórios antigos nem sempre é simples depois de muito tempo; Se você é PJ, garanta que cada venda tenha nota fiscal correspondente, e que o valor da nota bata com o valor bruto de cada recebimento. Por que vale ter contabilidade especializada em infoprodutos e mentoria Plataformas como Hotmart têm particularidades fiscais que uma contabilidade genérica muitas vezes não conhece a fundo. Ter alguém que já viu esse tipo de operação centenas de vezes evita retrabalho e reduz — e muito — o risco de erro na declaração. A Ungest é especializada em contabilidade para negócios digitais. Fale com a gente e organize seus recebimentos de uma vez por todas.

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Contabilidade

CNPJ para Mentoras que Vendem pelo Instagram: como sair do MEI sem perder dinheiro

  O sinal de que sua mentoria já passou do tamanho do MEI Se você vende mentorias pelo Instagram e já perdeu a conta de quantas vezes quase estourou o teto do MEI — ou já estourou — este artigo é para você. Continuar como MEI depois que o faturamento cresce de verdade custa caro: além do risco de ultrapassar o limite anual (o que gera reenquadramento retroativo, com cobrança de diferença de impostos), o MEI simplesmente não foi desenhado para faturamentos altos. O que muda na prática ao virar CNPJ (Simples Nacional) Você deixa de ter teto de faturamento anual tão apertado, passando a operar dentro dos limites (bem mais altos) do Simples Nacional; A tributação passa a ser calculada sobre o faturamento real da empresa, dentro da tabela do Simples, o que — dependendo do seu volume — pode inclusive representar uma alíquota efetiva parecida ou menor do que o MEI pagaria proporcionalmente, se comparado ao risco de multas por excesso de faturamento; Você ganha a possibilidade de emitir nota fiscal de forma mais robusta, contratar equipe (assistente, gestora de tráfego, editora de vídeo) formalmente, e estruturar melhor o fluxo de caixa da mentoria. Os erros mais comuns na migração Migrar tarde demais — muitas mentoras só migram depois de já terem estourado o teto do MEI, o que gera cobrança retroativa de diferenças tributárias; Não repensar o modelo de precificação — o preço da mentoria muitas vezes foi definido pensando na tributação do MEI, e precisa ser revisado ao migrar, para não reduzir a margem; Escolher o CNAE errado na abertura da nova empresa, o que pode gerar enquadramento tributário desfavorável; Não ajustar o pró-labore com estratégia, perdendo a chance de otimizar a tributação via Fator R. Como saber o momento certo de migrar Não espere bater o teto para agir. O ideal é simular, com dados reais de faturamento dos últimos meses, em que ponto a migração para CNPJ começa a compensar — geralmente bem antes do limite máximo do MEI, principalmente se sua mentoria já tem previsibilidade de vendas (lançamentos recorrentes, perpétuo, comunidade paga). Como a Ungest apoia mentoras nessa transição A Ungest acompanha mentoras digitais desde o momento de decidir migrar até a gestão contínua da empresa: simulação de cenários, abertura do CNPJ com o enquadramento certo, e organização mensal para que você foque em vender e entregar, não em planilha de imposto. Quer saber se já é hora de migrar do MEI para CNPJ? Fale com a Ungest e simule com seus números reais.

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Contabilidade

CNPJ para Editor de Vídeo Freelancer: Vale a Pena Formalizar em 2026?

  Editores de vídeo freelancers que atendem youtubers, agências e infoprodutores costumam adiar a formalização por acreditar que o MEI resolve. Mas a edição de vídeo profissional, quando envolve criação, motion graphics e direção de pós-produção, não se enquadra nos CNAEs permitidos para o Microempreendedor Individual. O risco do CNAE incorreto Usar um CNAE de “operador de equipamentos” ou similar para se enquadrar no MEI configura desvio de finalidade fiscal. Isso expõe o editor a fiscalização, desenquadramento retroativo e cobrança de impostos sobre todo o faturamento já recebido. Por que formalizar como Microempresa Abrir uma ME no Simples Nacional, estruturada como Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), permite emitir notas fiscais compatíveis com o serviço de edição e pós-produção, sem o teto de faturamento do MEI. O papel do Fator R Mantendo a folha de pagamento, incluindo o próprio pró-labore, igual ou acima de 28% do faturamento, o editor de vídeo se enquadra no Anexo III do Simples, com alíquota inicial de 6%, em vez do Anexo V, que começa em 15,5%. Vantagens práticas de virar ME Acesso a contratos com agências e canais grandes, que exigem nota fiscal. Faturamento sem trava, importante em meses de múltiplos projetos. Possibilidade de contratar assistentes de edição e motion designers. Separação entre equipamentos e despesas pessoais e profissionais. Quando ainda faz sentido continuar como pessoa física Editores com faturamento baixo e irregular, ainda testando o mercado freelancer, podem começar pelo carnê-leão, aproveitando a isenção de IR até R$ 5.000 estabelecida pelas Leis nº 15.191/2025 e nº 15.270/2025, e migrar para CNPJ quando o volume crescer. Erros comuns Abrir MEI com CNAE incompatível com a edição de vídeo. Não migrar para ME ao ultrapassar o teto de faturamento. Ignorar o Fator R e pagar imposto acima do necessário. Diferenciais da Ungest Consultoria A Ungest avalia o momento certo para formalizar, estrutura a Microempresa do editor de vídeo com o CNAE correto e monitora o Fator R para manter o imposto no menor patamar legal. Conclusão Formalizar do jeito certo é o que garante acesso aos melhores contratos como editor de vídeo. Fale com a Ungest Consultoria e estruture sua empresa com segurança em 2026.

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Contabilidade

Como Emitir Nota Fiscal Sendo Social Media ou Gestora de Redes Sociais em 2026

Quem trabalha com gestão de redes sociais para clínicas, escritórios e pequenos negócios costuma travar na hora de formalizar a atividade e emitir a primeira nota fiscal. Em 2026, com clientes exigindo cada vez mais documentação fiscal, isso deixou de ser opcional. O problema: cliente pedindo nota e você sem CNPJ Muitos contratantes, especialmente empresas e profissionais liberais, só fecham contrato mediante emissão de nota fiscal. Sem CNPJ, o social media perde acesso a esses clientes ou precisa receber por fora, o que traz insegurança jurídica para os dois lados. Qual CNAE usar O social media geralmente se enquadra em atividades de consultoria em publicidade e marketing digital ou em produção de conteúdo para redes sociais, a depender do escopo real do serviço prestado. Qual regime tributário escolher Para a maioria dos social medias, o Simples Nacional é o regime mais vantajoso, com possibilidade de Anexo III (a partir de 6%) quando o Fator R está ajustado corretamente. Passo a passo para emitir a primeira nota Defina o tipo societário, geralmente uma Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). Escolha o CNAE compatível com o serviço prestado. Registre a empresa na Junta Comercial. Obtenha o CNPJ na Receita Federal e a inscrição municipal. Habilite a emissão de Notas Fiscais de Serviço (NFS-e). Configure o pró-labore pensando no Fator R. Benefícios práticos Acesso a clientes corporativos que exigem nota fiscal. Alíquota inicial de 6% no Simples com o Fator R ajustado. Separação clara entre finanças pessoais e da empresa. Erros comuns Escolher um CNAE genérico demais ou incompatível com o serviço. Não configurar o pró-labore, perdendo o benefício do Fator R. Misturar recebimentos de diferentes clientes sem controle. Diferenciais da Ungest Consultoria A Ungest identifica o CNAE correto para a sua atuação como social media, estrutura a abertura da empresa e configura o Fator R para reduzir o imposto desde o primeiro mês. Conclusão Emitir nota fiscal corretamente abre portas para clientes maiores e mais estáveis. Fale com a Ungest Consultoria e formalize sua atuação como social media em 2026.

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Contabilidade

Gestor de Tráfego Pode Ser MEI? Entenda a Restrição e a Alternativa Legal em 2026

  Muitos profissionais que gerenciam campanhas de tráfego pago acreditam que o MEI é o caminho mais rápido para formalizar a atividade. Mas gestor de tráfego não pode ser MEI de forma legalizada, e usar essa estrutura de forma incorreta pode custar caro. Por que a gestão de tráfego está fora do MEI A gestão de tráfego pago envolve estratégia, análise de dados e conhecimento técnico especializado, características de uma atividade intelectual. Por isso, não existe CNAE de gestão de tráfego disponível na lista de ocupações permitidas para o Microempreendedor Individual. O risco de usar um CNAE incorreto Emitir notas como “consultor” ou “digitador” para tentar se enquadrar no MEI configura desvio de finalidade. O resultado, em caso de fiscalização, é o desenquadramento retroativo do CNPJ e a cobrança de impostos e multas sobre todo o faturamento. A alternativa correta: Microempresa no Simples Nacional O caminho seguro é abrir uma Microempresa (ME), estruturada como Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), com o CNAE correto de consultoria em marketing digital ou gestão de campanhas publicitárias, optando pelo Simples Nacional. O papel do Fator R Mantendo a folha de pagamento, incluindo pró-labore, igual ou acima de 28% do faturamento, o gestor de tráfego se enquadra no Anexo III, com alíquota inicial de 6%, em vez do Anexo V, que começa em 15,5%. Benefícios práticos da ME Emissão de notas fiscais compatíveis com o serviço realmente prestado. Faturamento sem o teto anual do MEI, essencial em meses de lançamentos e grandes contas. Possibilidade de contratar assistentes e analistas de tráfego conforme a operação cresce. Erros comuns Abrir MEI com CNAE incompatível para economizar no início. Não migrar para ME ao ultrapassar o teto de faturamento. Ignorar o Fator R e pagar mais imposto do que o necessário. Diferenciais da Ungest Consultoria A Ungest estrutura a Microempresa do gestor de tráfego com o CNAE correto, monitora o Fator R mensalmente e cuida de toda a rotina fiscal enquanto você foca nas campanhas dos clientes. Conclusão Formalizar errado custa mais caro do que não formalizar. Fale com a Ungest Consultoria e estruture sua empresa de gestão de tráfego com segurança em 2026.

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CNPJ: 49.416.212/0001-43

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