
Gestor de Tráfego Pago: como organizar a contabilidade e não pagar imposto a mais
A confusão mais comum entre gestores de tráfego: verba de anúncio x faturamento Um dos erros contábeis mais frequentes entre gestores de tráfego pago é misturar, na cabeça (e às vezes na própria conta bancária), o dinheiro que é verba de anúncio do cliente com o que é, de fato, faturamento próprio pelo serviço de gestão. Isso gera dois problemas: risco de pagar imposto sobre dinheiro que não é seu, e dificuldade real de saber quanto sobra no fim do mês. Como separar corretamente Se você recebe a verba de anúncio do cliente e depois investe essa verba nas plataformas (Meta Ads, Google Ads), esse valor não é seu faturamento — é um repasse, e precisa ser tratado contabilmente como tal, geralmente com um contrato claro definindo essa intermediação; Seu faturamento real é o valor que você cobra pelo serviço de gestão — a taxa de gestão, fixa ou percentual sobre a verba investida —, e é sobre esse valor que a tributação deve incidir; Manter uma conta separada, exclusiva para movimentar verba de clientes, ajuda (e muito) a evitar confusão na hora de declarar. MEI, autônomo ou PJ para quem gerencia tráfego pago Gestores de tráfego que atendem poucos clientes com tickets baixos podem começar como MEI, mas o teto de faturamento anual costuma ficar apertado rápido, especialmente para quem gerencia contas com verbas de anúncio relevantes — mesmo que essa verba não seja, tecnicamente, faturamento próprio, o volume financeiro que passa pela conta pode gerar questionamentos que uma boa organização contábil evita desde o início. Contratos que protegem tanto você quanto o cliente Um contrato de gestão de tráfego bem-feito deveria deixar claro: Qual é a taxa de gestão cobrada e como ela é calculada (fixa, percentual sobre verba, ou híbrida); Como funciona o repasse da verba de anúncio — quem deposita, onde, e com que frequência; O que acontece em caso de resultado abaixo do esperado — evitando expectativas não alinhadas que viram motivo de cancelamento e cobrança indevida. Despesas dedutíveis específicas da profissão Cursos de atualização em plataformas de anúncio, ferramentas de análise e relatórios, e até parte da estrutura de trabalho podem ser considerados despesas dedutíveis quando você é PJ — reduzindo a base de cálculo do imposto, desde que documentadas corretamente. O suporte da Ungest para gestores de tráfego A Ungest entende a dinâmica específica de quem trabalha com verba de terceiros e ajuda a estruturar a contabilidade de forma que fique claro, para você e para a Receita Federal, o que é faturamento seu e o que é repasse de cliente. Quer organizar de vez a contabilidade da sua gestão de tráfego? Fale com a Ungest.





