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Contabilidade

Como Separar Verba Pessoal de Verba da Empresa Sendo Mentora ou Criadora de Conteúdo

  Um dos erros mais comuns entre mentoras e criadoras de conteúdo que abriram CNPJ é continuar usando a mesma conta bancária para tudo — pagamento de alunos, compras pessoais, assinaturas de ferramentas, e até o mercado. Parece prático no início, mas gera uma confusão que custa caro na hora de entender a real saúde financeira do negócio. Por que misturar contas é um problema contábil real Quando empresa e pessoa física compartilham a mesma conta, fica impossível saber, com precisão, quanto a empresa realmente fatura e quanto ela gasta para operar. Isso afeta diretamente o cálculo do lucro distribuível, a análise do Fator R e a base de cálculo do imposto. Além disso, em caso de fiscalização, a Receita Federal pode interpretar toda a movimentação da conta como faturamento da empresa, incluindo transferências pessoais recebidas — o que pode gerar cobrança de imposto sobre valores que não eram receita da empresa. A estrutura básica que resolve o problema O ponto de partida é simples: uma conta exclusiva para a empresa, onde entram todos os recebimentos de clientes e saem todas as despesas operacionais. Separado disso, a sócia recebe o pró-labore — o valor combinado pela gestão da empresa — e, quando houver lucro, a distribuição de lucros. Esse dinheiro vai para a conta pessoal. Essa separação torna o fluxo de caixa da empresa legível, facilita a contabilidade mensal e protege o patrimônio pessoal em caso de qualquer questionamento fiscal. Pró-labore fixo: a peça que organiza tudo Definir um pró-labore mensal fixo é o que permite à mentora ou criadora ter previsibilidade de renda pessoal sem depender de quanto caiu na conta da empresa no mês. Em meses de lançamento, a empresa pode faturar muito mais do que o pró-labore — e o excedente fica na empresa como lucro, podendo ser distribuído depois, sem IR. Despesas pessoais que parecem da empresa — e não são Streaming, academia, roupas e alimentação pessoal não são despesas da empresa, mesmo que você se inspire neles para criar conteúdo. Viagens têm regras específicas: só entra como despesa da empresa o trecho e os custos diretamente ligados a um evento profissional documentado. Equipamentos de uso misto (celular, computador, câmera) podem ter uma parte como despesa da empresa, mas precisam de critério e documentação. Como a Ungest ajuda nessa organização A Ungest orienta mentoras e criadores na estruturação do fluxo financeiro da empresa, definindo pró-labore adequado, orientando sobre despesas dedutíveis e garantindo que a contabilidade mensal reflita a realidade do negócio. Quer entender como separar sua vida financeira pessoal da empresarial de forma simples e segura? Fale com a Ungest.

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Contabilidade

Planejamento Tributário de Fim de Ano para Mentoras e Criadores de Conteúdo

  Outubro e novembro chegam e muitos criadores e mentoras ainda estão correndo atrás do prejuízo fiscal do ano inteiro. Mas esse também é o momento em que algumas decisões ainda fazem diferença antes de virar o calendário. Planejamento tributário não é só coisa de empresa grande. Para quem tem CNPJ no Simples Nacional, o que você faz nos últimos meses do ano impacta diretamente a guia de janeiro. O que ainda dá para ajustar antes de dezembro Para quem está no Simples Nacional, o Fator R — a relação entre folha de pagamento e faturamento dos últimos 12 meses — é recalculado todo mês. Isso significa que um pró-labore ajustado agora ainda entra na conta dos meses finais do ano e influencia o enquadramento tributário. Se o seu Fator R está abaixo de 28%, você está pagando alíquota do Anexo V (a partir de 15,5%) quando poderia estar no Anexo III (a partir de 6%). Esse ajuste, feito com antecedência, pode gerar economia imediata nas últimas guias do ano. Distribuição de lucros: o que é legal e o que não é A distribuição de lucros é isenta de Imposto de Renda para o sócio, mas ela precisa estar lastreada em lucro real da empresa — ou seja, o que sobrou depois de pagar todos os impostos e despesas. Retirar mais do que a empresa efetivamente lucrou, disfarçando como distribuição, é um erro que pode chamar atenção da Receita. Ter a escrituração contábil em dia é o que permite distribuir lucros com segurança e sem risco de questionamento. Notas fiscais pendentes: regularize antes de virar o ano Se você tem vendas realizadas no ano e ainda não emitiu a nota fiscal correspondente, regularize antes de dezembro. Notas emitidas em atraso geram multas municipais que variam por cidade, e a divergência entre o que foi vendido e o que foi faturado é um dos principais gatilhos de inconsistência na declaração de IR. Despesas dedutíveis que você esqueceu de registrar Licenças de software, cursos, equipamentos, assinaturas de ferramentas de marketing, hospedagem de plataformas de curso — tudo isso pode entrar como despesa da empresa, reduzindo a base de cálculo. Mas precisa ter nota ou recibo. O fim de ano é um bom momento para revisar o que entrou na conta e ainda não foi documentado. Como a Ungest apoia nesse processo A Ungest faz revisões tributárias de fim de ano com os clientes, identificando ajustes de pró-labore, notas pendentes e oportunidades de enquadramento antes que o calendário feche. Não espere janeiro para descobrir que pagou mais imposto do que precisava. Fale com a Ungest e faça uma revisão do seu ano fiscal agora.

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